19 de fev de 2017

EDITORIAL COM MARIO SAMPAIO

SENADOR SÁ ONLINE

O MEDO E A ESPERANÇA – 19.02.17 (Mário Sampaio)
O Brasil vive hoje, um momento de medo e de uma verdadeira crise de esperança no seio populacional. O fato não se restringe, excepcionalmente, à sua economia ou à política, mas também a perspectiva de dias melhores e prosperidade para toda a sua nação.
Os recentes governos petistas de Lula e Dilma, proporcionaram, além das más gestões, uma verdadeira enxurrada de crimes de corrupção, se esparramando por todas as esferas da administração pública. O sentimento nacionalista é o de que, apenas a Polícia Federal e o Ministério Público, trabalham compromissadamente no combate a essa desmoralização administrativa – denunciando e investigando os desmandos públicos.
Frise-se, por conseguinte, que a árvore da corrupção no Brasil, tem raízes arraigadas que abrangem conceituadas instituições públicas, empresários, políticos, partidos políticos, empreiteiros, ministros de Estado, autoridades governamentais, entre outros indivíduos. Ademais, quase todos os dias, nos deparamos com cidadãos brasileiros sendo assaltados não apenas por marginais, mas também, por espertalhões desarmados, que cobram por consertos inexistentes, que superfaturam preços, que falsificam documentos e assinaturas, que furam filas, que abusam do direito alheio, entre outras ações maléficas à sociedade.
Destaque-se, porém, que inobstante a tudo isso, existem sim, cidadãos, políticos, empresários, empreiteiros, profissionais liberais, autônomos, autoridades religiosas, lideranças classistas, entre outros, de caráter ético e integridade moral, que pensam no Brasil melhor para si e seu povo. Entretanto, estes não conseguem reunir força suficiente para dá uma nova aparência social ao Estado vigente, de cunho neoliberal e patrimonialista.
É de bom alvitre mencionar, obviamente, que esta crise de esperança, nos alcança no momento econômico fragilizado e, em meio a uma turbulência política, marcada pelas ofensivas da operação Lava-Jato e seus desdobramentos jurídicos. E, do ponto de vista internacional, a crise é tida como profunda e de longo prazo; sendo ainda, alcunhada de estagnação secular do capitalismo.
Por fim, os brasileiros vivem, contrastantemente, entre o “medo” de que o ruim possa piorar ainda mais e, a “esperança” na volta do crescimento socioeconômico e da paz nacional!
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